<T->
          Alegria de Saber
          Portugus -- 1 srie
          Ensino Fundamental
          
          Anina Fittipaldi
          Maria de Lourdes Russo
          Lucina Maria Marinho Passos

          Impresso em 3 partes na 
          diagramao de 28 linhas de 34 caracteres.
          
          Primeira Parte

          Ministrio da Educao
          Instituto Benjamin Constant
          Av. Pasteur, 350-368 -- Urca
          22290-240 Rio de Janeiro 
          RJ -- Brasil
          Tel.: (21) 3478-4400
          Fax (21) 3478-4444
          E-mail: ~,ibc@ibc.gov.br~,
          -- 2007 --

<P>
          Copyright Anina Fittipaldi,
          Maria de Lourdes Russo e
          Lucina Maria Marinho Passos

          ISBN 85-262-5289-5

          Direo adjunta editorial:
          Aurelio Gonalves Filho
          Responsabilidade editorial:
          Suely Yukiko Mori Carvalho
          Roberta Lombardi Martins
          Edio:
          Rita Narciso Kawamata
          Ana Luiza Couto
          Assistncia editorial:
          Lidiane Vivaldini Olo

          Direitos desta edio cedidos  Editora Scipione Ltda.

          Av. Otaviano Alves de Lima, 4400 -- 6 andar
          e andar intermedirio Ala B
          Freguesia do  -- 
          Cep 02909-900 
          So Paulo -- SP
          Tel.: (11) 3990-1810
          ~,www.scipione.com.br~,


                               I
Anina Fittipaldi
  Mestre em Lingstica pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro -- UERJ (RJ)
  Ps-graduada em Cincias Sociais: uma perspectiva interdisciplinar pelo Ncleo de Ps-Graduao das Faculdades Bennett (RJ)
  Graduada em Pedagogia -- Didtica da Linguagem pela UERJ (RJ)
  Professora de Lngua Portuguesa e Redao da Universidade Cndido Mendes (RJ)
  Professora de Lngua Portuguesa e Literatura da Fundao de Apoio  Escola Tcnica (RJ)
  Coordenadora de Lngua Portuguesa do Colgio Sion -- Ensinos Infantil, Fundamental e Mdio (RJ)
  Professora de Lngua Portuguesa, Redao e Literatura do Colgio Sion -- Ensinos Fundamental e Mdio (RJ)

Maria de Lourdes Russo
  Mestre em Lngua Portuguesa pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro -- UERJ (RJ)
  Graduada em Lngua Portuguesa e Literatura pela UERJ (RJ)
  Professora de Lngua Portuguesa e Metodologia da Pesquisa na Universidade Cndido Mendes (RJ)
  Professora do projeto Oficina de Textos para Ensino Fundamental da rede pblica municipal do Rio de Janeiro (RJ)

Lucina Maria Marinho Passos
  Ps-graduada em Lngua Portuguesa pela Faculdade de Cincias Humanas da Universidade Catlica de Minas Gerais,
com especializao em Educao Pr-escolar -- Secretaria de Estado da Educao (MG)
  Licenciada em Letras -- Portugus/Francs pela Faculdade de Filosofia, Cincias e Letras de Belo Horizonte (MG)
                             III
  Professora concursada de Lngua Portuguesa, Literatura Brasileira e Lngua Francesa no Ensino Fundamental e Mdio do Estado (MG)
  Professora de Lngua e Literatura Portuguesa no Ensino Mdio do Estado (RJ)
  Autora de livros didticos e de literatura infantil

               ::::::::::::::::::::::::

  Agradecemos a todos os alunos e
colegas professores que
compartilharam durante anos as
dificuldades e as descobertas
dessa maravilhosa experincia que
 conviver, no dia-a-dia, com a
lngua portuguesa.
  Agradecemos especialmente a
nossas crianas, hoje no to
crianas, que estimularam e
continuam estimulando nossa
crena de que  possvel educar e
transformar o ser humano, e
faz-lo mais feliz.

          Dados Internacionais de 
          Catalogao na Publicao (CIP)
          (Cmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)
 Fittipaldi, Anina
  Alegria de saber : portugus, 1 srie : ensino fundamental / Anina Fittipaldi,
Maria de Loudes Russo, Lucina Maria Marinho Passos. -- So Paulo : Scipione, 2004. -- (Coleo Alegria de saber)

  1. Portugus (Ensino fundamental) I. Russo, Maria de Lourdes. II. Passos, Lucina Maria Marinho. III. Ttulo. IV. Srie.

04-3413             CDD-372.#f
          ndice para catlogo sistemtico:
          1. Portugus : Ensino fundamental 372.#f
<p>
                                V
Apresentao

  Caro estudante:
  Esta coleo  um convite a uma viagem inesquecvel ao
universo da comunicao.
  Ao longo desse percurso, voc vai passar pelos mltiplos
caminhos da linguagem brincando, conhecendo textos e autores
variados, debatendo diferentes assuntos
da atualidade e tendo a oportunidade de aprender a usar
inmeras ferramentas do universo da leitura e da escrita, que
vo lev-lo sempre a uma descoberta
  Neste livro voc ter a oportunidade de explorar textos,
como um viajante que vai acrescentando a sua bagagem um
jeito novo de ser e de estar no mundo. Encontrar sempre um
desafio, uma diverso, uma nova informao que vai prepar-lo
para interagir com outras pessoas, trocando idias, registrando
vivncias e sensaes, argumentando, pesquisando, construindo
sua histria de leitor e produtor de textos.
  Preparamos um roteiro especial
para algum especial: voc, que
espera aprender imaginando,
sonhando, se divertindo, se
emocionando, enfim,
descobrindo o sabor da
leitura e da escrita!
  Convite feito! Ento, 
hora de abrir o livro e
comear a viagem!

As autoras
<p>
                             VII
<R+>
Sumrio Geral

Primeira Parte

Unidade 1

Olha eu aqui!

 Uma atividade diferente :::: 1
 Vamos ler 1 ::::::::::::::: 2
 Sou eu mesmo, de Srgio 
  Capparelli
 Discutindo as idias do 
  texto ::::::::::::::::::::: 4
 Vamos ler 2 ::::::::::::::: 5
 Divertimento ::::::::::::::: 6
 Ateno  fala e  
  escrita ::::::::::::::::::: 7
 Vamos ler 3 ::::::::::::::: 7
 Como  que eu era quando 
  era beb?, de Jeanne 
  Willis e Tony Ross
 Seguindo as pistas do 
  texto ::::::::::::::::::::: 9
 Discutindo as idias do 
  texto ::::::::::::::::::::: 10
 Ateno  fala e  
  escrita ::::::::::::::::::: 11
 Na ponta da lngua ::::::::: 12
 Agora voc escreve ::::::::: 12
 Detalhe puxa detalhe ::::::: 13
 Trabalhando a 
  oralidade ::::::::::::::::: 13
 Nome de gente, de Pedro 
  Bandeira
 Texto do dia-a-dia ::::::::: 16
 Divertimento ::::::::::::::: 20
 Vamos ler 4 ::::::::::::::: 21
 Os dez amigos, de 
  Ziraldo Alves Pinto
 Discutindo as idias do 
  texto ::::::::::::::::::::: 22
 Roda de leitura :::::::::::: 23
 Detalhe puxa detalhe ::::::: 24
 Agora voc escreve ::::::::: 25
 Avaliando o texto :::::::::: 26
 Uma atividade diferente :::: 26

Unidade 2

Eu vou, eu vou... pra escola 
  agora eu vou!

 Uma atividade diferente :::: 28
 Vamos ler 1 ::::::::::::::: 29
                              IX
 Agora voc escreve ::::::::: 31
 Vamos ler 2 ::::::::::::::: 31
 O menino que aprendeu a 
  ver, de Ruth Rocha
 Discutindo as idias do 
  texto ::::::::::::::::::::: 33
 Trabalhando a oralidade :::: 34
 Vamos ler 3 ::::::::::::::: 35
 Estria em trs atos, de
  Bartolomeu Campos 
  Queirs
 Discutindo as idias do 
  texto ::::::::::::::::::::: 37
 Divertimento ::::::::::::::: 37
 Trabalhando a oralidade :::: 39
 Vamos ler 4 ::::::::::::::: 40
 Bamboletras, de Dilan 
  Camargo
 Discutindo as idias do 
  texto ::::::::::::::::::::: 41
 Ateno  fala e  
  escrita ::::::::::::::::::: 42
 Texto dialoga com texto :::: 43
 Agora voc escreve ::::::::: 45
 Na ponta da lngua ::::::::: 45
 Detalhe puxa detalhe ::::::: 46
 Texto do dia-a-dia ::::::::: 48
 Roda de leitura :::::::::::: 49
 Divertimento ::::::::::::::: 50
 Vamos ler 5 ::::::::::::::: 51
 A mochila de Mariela, 
  de Glaucis Lemos
 Discutindo as idias do 
  texto ::::::::::::::::::::: 53
 Detalhe puxa detalhe ::::::: 54
 Agora voc escreve ::::::::: 55
 Uma atividade diferente :::: 56

Unidade 3

Oi, turma!

 Uma atividade diferente :::: 58
 Agora voc escreve ::::::::: 59
 Vamos ler 1 ::::::::::::::: 60
 O filho da professora, 
  de Batrice Rouer
 Seguindo as pistas do 
  texto ::::::::::::::::::::: 61
 Discutindo as idias do 
  texto ::::::::::::::::::::: 62
 Na ponta da lngua ::::::::: 63
 Vamos ler 2 ::::::::::::::: 65
<p>
                              XI
 A inveno do ponto de
  interrogao, de Ricardo 
  Silvestrin
 Discutindo as idias do 
  texto ::::::::::::::::::::: 66
 Roda de leitura :::::::::::: 68
 Detalhe puxa detalhe ::::::: 69
 Agora voc escreve ::::::::: 69
 Avaliando o texto :::::::::: 70
 Divertimento ::::::::::::::: 70
 Vamos ler 3 ::::::::::::::: 72
 Sopa de letrinhas, de 
  Teresa Noronha
 Discutindo as idias do 
  texto ::::::::::::::::::::: 74
 Trabalhando a oralidade :::: 75
 Agora voc escreve ::::::::: 76
 Avaliando o texto :::::::::: 76
 Ateno  fala e  
  escrita ::::::::::::::::::: 77
 Divertimento ::::::::::::::: 78
 Detalhe puxa detalhe ::::::: 79
 Na ponta da lngua ::::::::: 80
 Vamos ler 4 ::::::::::::::: 81
 Amigos do peito, de 
  Claudio Thebas
<p>
 Discutindo as idias do 
  texto ::::::::::::::::::::: 83
 Divertimento ::::::::::::::: 84
 Vamos ler 5 ::::::::::::::: 85
 O aniversrio da macaca, 
  de Paula Browne
 Discutindo as idias do 
  texto ::::::::::::::::::::: 87
 Textos do dia-a-dia :::::::: 88
 Agora voc escreve ::::::::: 91
 Uma atividade diferente :::: 91

Segunda Parte

Unidade 4

Poesia a toda hora, todo 
  dia!

 Uma atividade diferente :::: 93
 Vamos ler 1 ::::::::::::::: 95
 Lua crescente, de
  Alexandre Azevedo
 Discutindo as idias do 
  texto ::::::::::::::::::::: 96
 Vamos ler 2 ::::::::::::::: 97
 Jardins, de Roseana 
  Murray
                            XIII
 Detalhe puxa detalhe ::::::: 99
 Vamos ler 3 ::::::::::::::: 101
 Descoberta, de Srgio 
  Capparelli
 Seguindo as pistas do 
  texto ::::::::::::::::::::: 102
 Discutindo as idias do 
  texto ::::::::::::::::::::: 102
 Detalhe puxa detalhe ::::::: 104
 Roda de leitura :::::::::::: 105
 Chuva, de Lusa Ducla 
  Soares;
 Trovo -- corao, de 
  Maria Cndida Mendona; 
 Tempestade, de Roseana 
  Murray
 Agora voc escreve ::::::::: 107
 Avaliando o texto :::::::::: 108
 Na ponta da lngua ::::::::: 108
 O que  que eu vou ser?, 
  de Pedro Bandeira
 Vamos ler 4 ::::::::::::::: 110
 Vento, de Lus Camargo
 Seguindo as pistas do 
  texto ::::::::::::::::::::: 111
 Trabalhando a oralidade :::: 112
<p>
 Ateno  fala e  
  escrita ::::::::::::::::::: 113
 Divertimento ::::::::::::::: 114
 Texto dialoga com texto :::: 116
 Detalhe puxa detalhe ::::::: 118
 Na ponta da lngua ::::::::: 120
 Agora voc escreve ::::::::: 123
 Avaliando o texto :::::::::: 125
 Uma atividade diferente :::: 125

Unidade 5

Ei, bicho...

 Uma atividade diferente :::: 127
 Vamos ler 1 ::::::::::::::: 128
 Tem bicho que gosta, de 
  Toni e Lase
 Discutindo as idias do 
  texto ::::::::::::::::::::: 129
 Agora voc escreve ::::::::: 130
 Avaliando o texto :::::::::: 130
 Trabalhando a oralidade :::: 131
 Vamos ler 2 ::::::::::::::: 136
  o bicho, de Guto 
  Lins
 Seguindo as pistas do 
  texto ::::::::::::::::::::: 137
                              XV
 Discutindo as idias do 
  texto ::::::::::::::::::::: 138
 Ateno  fala e  
  escrita ::::::::::::::::::: 138
 Na ponta da lngua ::::::::: 139
 Curiosidade :::::::::::::::: 140
 Agora voc escreve ::::::::: 141
 Roda de leitura :::::::::::: 142
 Vamos ler 3 ::::::::::::::: 142
 Discutindo as idias do 
  texto ::::::::::::::::::::: 143
 Na ponta da lngua ::::::::: 146
 Textos do dia-a-dia :::::::: 147
 Vamos ler 4 ::::::::::::::: 149
 A cigarra e a formiga, de
  Helena Chompr
 Seguindo as pistas do 
  texto ::::::::::::::::::::: 150
 Discutindo as idias do 
  texto ::::::::::::::::::::: 151
 Trabalhando a oralidade :::: 152
 Detalhe puxa detalhe ::::::: 152
 Agora voc escreve ::::::::: 153
 Avaliando o texto :::::::::: 154
 Texto do dia-a-dia ::::::::: 154
 Na ponta da lngua ::::::::: 156
 Detalhe puxa detalhe ::::::: 157
 Uma atividade diferente :::: 159

Unidade 6

De p no cho

 Uma atividade diferente :::: 161
 Vamos ler 1 ::::::::::::::: 162
 Discutindo as idias do 
  texto ::::::::::::::::::::: 163
 Trabalhando a oralidade :::: 164
 Texto do dia-a-dia ::::::::: 164
 Texto dialoga com texto :::: 166
 Divertimento ::::::::::::::: 168
 Na ponta da lngua ::::::::: 169
 Texto dialoga com texto :::: 170
 Ateno  fala e  
  escrita ::::::::::::::::::: 175
 Trabalhando a oralidade :::: 176
 Agora voc escreve ::::::::: 176
 Avaliando o texto :::::::::: 177
 Detalhe puxa detalhe ::::::: 177
 Divertimento ::::::::::::::: 178
 Roda de leitura :::::::::::: 180
 Detalhe puxa detalhe ::::::: 182
 Vamos ler 2 ::::::::::::::: 183
 Os carteiros, de Roseana 
  Murray
<p>
                            XVII
 Seguindo as pistas do 
  texto ::::::::::::::::::::: 184
 Discutindo as idias do 
  texto ::::::::::::::::::::: 185
 Trabalhando a oralidade :::: 186
 Vamos ler 3 ::::::::::::::: 187
 Classificados poticos, de
  Roseana Murray
 Seguindo as pistas do 
  texto ::::::::::::::::::::: 188
 Discutindo as idias do 
  texto ::::::::::::::::::::: 189
 Ateno  fala e  
  escrita ::::::::::::::::::: 189
 Trabalhando a oralidade :::: 189
 Uma atividade diferente :::: 191

Terceira Parte

Unidade 7

Brincar  muito bom! 
  Bom demais!!!

 Uma atividade diferente :::: 193
 Vamos ler 1 ::::::::::::::: 195
 Vamos ler 2 ::::::::::::::: 196
 Bola, de Toquinho e 
  Mutinho
 Discutindo as idias do 
  texto ::::::::::::::::::::: 198
 Na ponta da lngua ::::::::: 199
 Ateno  fala e  
  escrita ::::::::::::::::::: 200
 Texto do dia-a-dia ::::::::: 201
 Detalhe puxa detalhe ::::::: 203
 Trabalhando a oralidade :::: 203
 Vamos ler 3 ::::::::::::::: 203
 Os brinquedos do vov, de
  Rosalina Acedo Chiarion
 Seguindo as pistas do 
  texto ::::::::::::::::::::: 205
 Discutindo as idias do 
  texto ::::::::::::::::::::: 206
 Divertimento ::::::::::::::: 208
 Vamos ler 4 ::::::::::::::: 208
 Menino e menina, de Ana 
  Maria Machado
 Discutindo as idias do 
  texto ::::::::::::::::::::: 209
 Na ponta da lngua ::::::::: 210
 Agora voc escreve ::::::::: 211
 Texto do dia-a-dia ::::::::: 212
 Divertimento ::::::::::::::: 216
 Agora voc escreve ::::::::: 216
                             XIX
 Avaliando o texto :::::::::: 217
 Trabalhando a oralidade :::: 217
 Roda de leitura :::::::::::: 220
 Detalhe puxa detalhe ::::::: 221
 Vamos ler 5 ::::::::::::::: 222
 O menino maluquinho, de
  Ziraldo Alves Pinto
 Seguindo as pistas do 
  texto ::::::::::::::::::::: 224
 Discutindo as idias do 
  texto ::::::::::::::::::::: 224
 Na ponta da lngua ::::::::: 225
 Uma atividade diferente :::: 226

Unidade 8

Os meus, os seus... Os 
  nossos direitos e deveres

 Uma atividade diferente :::: 228
 Trabalhando a oralidade :::: 229
 Vamos ler 1 ::::::::::::::: 230
 Com licena?, de Brian 
  Moses e Mike Gordon
 Seguindo as pistas do 
  texto ::::::::::::::::::::: 232
<p>
 Discutindo as idias do 
  texto ::::::::::::::::::::: 233
 Agora voc escreve ::::::::: 234
 Vamos ler 2 ::::::::::::::: 234
 Quer uma mozinha?, de 
  Claire Llewellyn e Mike 
  Gordon
 Discutindo as idias do 
  texto ::::::::::::::::::::: 236
 Trabalhando a oralidade :::: 237
 Divertimento ::::::::::::::: 237
 Na ponta da lngua ::::::::: 237
 Vamos ler 3 ::::::::::::::: 240
 Se... ser, Serafina?, 
  de Cristina Porto
 Seguindo as pistas do 
  texto ::::::::::::::::::::: 241
 Discutindo as idias do 
  texto ::::::::::::::::::::: 242
 Ateno  fala e  
  escrita ::::::::::::::::::: 242
 Detalhe puxa detalhe ::::::: 243
 Roda de leitura :::::::::::: 244
 Vamos ler 4 ::::::::::::::: 245
 Direitos de gente 
  grande, de Carlos 
  Roberto Cury e Mara 
  Figueira
                             XXI
 Seguindo as pistas do 
  texto ::::::::::::::::::::: 246
 Discutindo as idias do 
  texto ::::::::::::::::::::: 247
 Vamos ler 5 ::::::::::::::: 248
 Seguindo as pistas do 
  texto ::::::::::::::::::::: 253
 Discutindo as idias do 
  texto ::::::::::::::::::::: 254
 Trabalhando a oralidade :::: 255
 Detalhe puxa detalhe ::::::: 256
 Agora voc escreve ::::::::: 259
 Avaliando o texto :::::::::: 260
 Divertimento ::::::::::::::: 260
 Trabalhando a oralidade :::: 261
 Agora voc escreve ::::::::: 261
 Uma atividade diferente :::: 262

Unidade 9

Eu conto um conto. Que 
  encanto!!!

 Uma atividade diferente :::: 264
 Trabalhando a oralidade :::: 265
 Vamos ler 1 ::::::::::::::: 266
<p>
 Discutindo as idias do 
  texto ::::::::::::::::::::: 268
 Agora voc escreve ::::::::: 269
 Avaliando o texto :::::::::: 269
 Vamos ler 2 ::::::::::::::: 270
 Menina bonita do lao de 
  fita, de Ana Maria 
  Machado
 Discutindo as idias do 
  texto ::::::::::::::::::::: 273
 Detalhe puxa detalhe ::::::: 274
 Ateno  fala e  
  escrita ::::::::::::::::::: 275
 Divertimento ::::::::::::::: 276
 Vamos ler 3 ::::::::::::::: 277
 Discutindo as idias do 
  texto ::::::::::::::::::::: 278
 Trabalhando a oralidade :::: 279
 Texto dialoga com 
  texto ::::::::::::::::::::: 281
 Divertimento ::::::::::::::: 284
 Roda de leitura :::::::::::: 285
 Na ponta da lngua ::::::::: 286
 Vamos ler 4 ::::::::::::::: 287
 Seres encantados que
  desembarcaram no Brasil, 
  Globinho
<p>
                           XXIII
 Seguindo as pistas do 
  texto ::::::::::::::::::::: 289
 Discutindo as idias do 
  texto ::::::::::::::::::::: 289
 Divertimento ::::::::::::::: 290
 Ateno  fala e  
  escrita ::::::::::::::::::: 291
 Agora voc escreve ::::::::: 291
 Uma atividade diferente :::: 292
<R->
<p>
<7>
<Tale. saber 1 srie>
<T+1>
Unidade 1

Olha eu aqui!

  Nesta unidade, voc vai ler textos que
falam sobre as crianas. Alm disso, vai contar
um pouco de sua histria, de seu jeito de ser,
de seus sentimentos Ento, vamos l!

<8>
Uma atividade diferente

<R+>
 1 Vamos fazer um auto-retrato? Primeiro, oua o que o professor
vai dizer. Pense em todos os detalhes de seu rosto: o formato, os olhos, o
nariz, a boca e fale para a classe.
  Depois, com os colegas,
organize os desenhos que eles
fizeram em um mural.
<p>
 2 Veja como a escritora Roseana Murray brincou com as letras
neste poema.

 Com A escrevo Amor
 Com E escrevo Esperana
 Com I escrevo Infinito
 O resto voc completa...

Roseana Murray. *Agenda dia e noite*.
Rio de Janeiro: Memrias Futuras, 1994.
<R->

  Agora, faa o mesmo: escreva uma palavra
para cada letra de seu nome. No esquea que essas palavras devem
lembrar seu jeito de ser!

<9>
Vamos ler 1

  Voc tem alguma foto de quando era menor? Nela, com quem voc
se parece: Seu pai? Sua me? Outro parente? Converse com os colegas
sobre isso.
  A seguir, o professor vai ler um poema que fala de uma criana. Com
quem ser que ela se parece? Acompanhe a leitura.

<R+>
Sou eu mesmo

 Eu s queria ser eu mesmo
 E assim, querendo,
 Ai de mim!

 Voc tem
 Os olhos da vov.
 Voc tem
 A boca da titia.
 Voc tem
 Os cabelos da mame.
 Voc tem
 As mos do tio Antnio.
 Voc tem
 O nariz do papai.
 Voc tem...
<p>
 
 Pra, pra, pra,
 Quero ser eu mesmo.
 (...)

Srgio Capparelli. *111 poemas para crianas*.
Porto Alegre: L&PM, 2003.
<R->

<10>
Discutindo as idias do texto

<R+>
 1. Eu s queria ser eu mesmo
  Quem est se expressando no texto? Um menino ou uma menina?
  Como voc descobriu?

 2. No texto, diz-se que a criana tem partes do corpo semelhantes s de
alguns familiares. Volte ao texto e diga que pessoa da famlia foi
relacionada a essas partes do corpo da criana:
 a) olhos   
 b) boca
 c) cabelos 
 d) nariz

 3. Voc acha que a criana do poema gosta de ser parecida com as pessoas
da famlia? Por qu?
 4. E voc? J ouviu algum dizer que alguma parte de seu corpo  parecida
com a de algum da famlia?
 5. O que voc acha de se parecer com seus familiares?
<R->

<11>
Vamos ler 2

  Estas fotografias foram colocadas
em um lbum de retratos.

<R+>
 1. O que mostra a imagem?

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

 2. Quantas fotos de criana voc v nessa imagem? So todas da mesma
criana? Por qu?
<p>
 3. Agora, observe a descrio de uma foto.
   atual ou muito antiga?

 _`[{foto em preto-e-branco, envelhecida, de um menino com roupas e sapatos dos anos 30_`]

 4. Que detalhes da foto mostram isso?
 5. Voc tem algum lbum de fotografias?
  Para que ele serve? Converse com seus colegas.
<R->

<12>
Divertimento

<R+>
_`[{mafalda encontra a foto de uma menininha e pergunta:
  -- Quem  essa menininha, me?
  -- Eu.
  -- Por que voc nunca me contou que j foi minha irm?_`]

Quino. *Toda Mafalda*. So Paulo: Martins Fontes, 1993.
<R->
<p>
  Troque idias com os colegas: essa tirinha  engraada? Por qu?

Ateno  fala e  escrita

  Junto com um colega, observe a fotografia e escreva 
uma lista de coisas que aparecem nela.
  A seguir, leia a sua lista para o professor. Ele vai anotar no quadro suas
palavras e as de seus colegas. Agora, confira a escrita! As palavras se
escrevem exatamente como se falam?

<13>
Vamos ler 3

  Voc j est crescido e muita coisa mudou. Voc percebeu isso?
  E os animais? Mudam muito quando crescem?
  Seu professor vai ler um texto sobre isso. Repare como ele l.
<p>
Como  que eu era quando 
  era beb?

  -- Me... -- perguntou Miguel --, como 
que eu era quando era beb?
  -- Voc era igualzinho ao seu av -- ela
falou, sorrindo. -- Careca e enrugado!
  Bem longe dali, na floresta, o filhote de
babuno fez a mesma pergunta a sua me.
  -- Me, como  que eu era quando era
beb?
  -- Bem parecido com o que voc  hoje
-- ela respondeu --, s no era to peludo.
Era um lindo macaquinho.
  -- Como  que eu era quando beb? --
quis saber o hipoptamo.
  -- Voc era igualzinho ao que  agora, s
que menor -- falou sua me. -- Mas j
naquele tempo voc pesava uma tonelada.
  -- E eu, me? -- perguntou o leopardo.
  -- Voc sempre foi pintadinho -- ela
disse --, mas suas pernas espicharam
bastante, mas  de famlia.
  (...)
  E assim, um por um, em todo o mundo,
os animais aprenderam que quando eram
bebs pareciam mais ou menos pequenas
verses de seus pais. (...)

<R+>
Jeanne Willis e Tony Ross. *Como  que eu era quando era beb*?
So Paulo: 
  Brinque-Book, 2002.
<R->

<14>
Seguindo as pistas do texto

<R+>
 1. Voc j deve ter percebido que nem
sempre conhecemos o significado de
todas as palavras de um texto. Voc
conhece o significado das palavras
babuno, tonelada e verses?
  Volte ao texto e converse com o
professor sobre essas palavras.

 2. Destaque a resposta certa: a expresso *bem longe dali* pode
ser substituda por:
 a) Perto dali.
 b) Distante dali.
 c) Da mesma forma como aconteceu ali.

 3. Destaque as alternativas certas: a palavra macaquinho indica tamanho
pequeno e tambm:
 afeto -- aborrecimento -- carinho

Discutindo as idias do texto

 1. Os textos costumam ter um ttulo, que sugere sua idia principal.
  Normalmente o ttulo aparece na abertura do texto. Localize o ttulo
do texto e copie-o aqui:

 2. Destaque a resposta certa:
 a) Qual  a idia que esse ttulo transmite?
 Esses filhos ainda so bebs.
 Esses filhos so curiosos.
 Esses filhos so apressados.
<15>
 b) Quais so as personagens dessa histria?
 So apenas os animais da floresta.
 So os animais da floresta, 
  Miguel e sua me.
 So somente Miguel e sua me.
 c) O que fazem os filhos nessa histria?
 Estudam com suas mes.
 Conversam e aprendem com suas mes.
 Brincam com suas mes.
<R->

Ateno  fala e  escrita

  Leia o trecho a seguir. Est esquisito, no? Tente organiz-lo, colocando
uma palavra em cada lacuna.

  Bemlongedali,nafloresta,ofilhotedebabunofezamesmaperguntaasu
 ame.

 1) ..... 2) ..... 3) .....
 4) ..... 5) ..... 6) .....
 7) ..... 8) ..... 9) .....
 10) ..... 11) ..... 12) .....
 13) ..... 14) ..... 15) .....
 16) ..... 

  Agora, copie esse trecho.

<16>
Na ponta da lngua

  O texto da pgina 8 apresenta vrias conversas entre as personagens.

  A conversa entre as personagens de um texto chama-se *dilogo*.

  Observe que antes da fala de cada personagem h um trao (--). Ele
chama-se travesso e mostra que as personagens esto falando. Volte ao
texto e pinte as falas iniciadas pelo travesso.

Agora voc escreve

  Anote a conversa (dilogo) que voc achou mais
interessante. No se esquea de usar o travesso!
  Depois, leia para a classe o trecho que voc escolheu.

<17>
Detalhe puxa detalhe

  Como era sua vida de beb? Converse com 
seus pais ou com um adulto de sua famlia sobre isso.
  Depois, complete a pgina do lbum do beb:

<R+>
 Data do meu nascimento: .....
 Horrio: .....
 Meu peso: ..... 
 Meu tamanho: .....
 Quando engatinhei: .....
 Quando comecei a falar: .....
 Quando andei sozinho(a): .....
 Quando caiu o meu primeiro dente: .....
<R->

Trabalhando a oralidade

  Toda criana tem um nome. No poema Nome da gente, uma criana
fala sobre seu nome. Leia o poema da pgina seguinte e, depois, prepare
um jogral com seus colegas.

  Jogral  um modo de ler em voz alta e em conjunto, com bastante ritmo.

  Dividam-se em cinco grupos, conforme as cores abaixo. Cada grupo vai
ler um trecho do texto Nome da gente, de acordo com sua cor.

 Grupo azul     _ Grupo rosa 
 Grupo vermelho _ Grupo laranja
 Grupo verde    _

  Vamos ensaiar? Preste ateno nas orientaes do professor.
  Depois, vocs podem apresentar o jogral para os colegas de outra turma.

<18>
<R+>
 Nome da gente

azul Por que  que eu me chamo isso
 e no me chamo aquilo?
 vermelho Por que  que o jacar
 no se chama crocodilo?

verde Eu no gosto do meu nome,
 no fui eu quem escolheu.
 rosa Eu no sei por que se metem
 com um nome que  s meu!

 laranja O nen que vai nascer
  vai chamar como o padrinho,
  vai chamar como o vov,
 azul mas ningum vai perguntar
  o que pensa o coitadinho.

vermelho Foi meu pai quem decidiu
  que o meu nome fosse aquele.
 verde Isso s seria justo
  se eu escolhesse o nome dele.

 rosa Quando eu tiver um filho,
  no vou pr nome nenhum.
 laranja Quando ele for bem 
  grande,
  ele que procure um!

Pedro Bandeira. *Cavalgando o arco-ris*. So Paulo: Moderna, 2003.
<R->

  Troque idias com os colegas: o que voc acha do seu nome?

<19>
Texto do dia-a-dia

  O primeiro acontecimento
da sua vida foi seu nascimento.
Existe um documento que
registra esse fato: a certido
de nascimento. Observe.

Registro Civil e Tabelionato
 4 Subdistrito Nossa 
 Senhora do  
 Comarca da Capital -- So 
  Paulo

Certido de Nascimento
  Certifico que, no livro A -- 076, de registros de nascimentos, 
s fls. 014, sob o nmero 46471, est registrado o 
assento de Joo Alex Braga Bandeira Filho, do sexo 
masculino, nascido no dia vinte de janeiro de dois 
mil e um (20/01/2001), s quatro horas e vinte e 
sete minutos. No Hospital e Maternidade So Paulo, 
nesta Capital, filho de Joo 
 Alex Braga Bandeira, 
natural de So Paulo -- SP e de Regina 
Patrcia Gerger Vilhegas 
 Bandeira, natural de So Paulo -- SP.
  So avs paternos: Miguel Braga Bandeira e Tilamina 
 Queli Bandeira.
  So avs maternos: Joo 
 Ernestino Vilhegas e Regina 
 Gerger Vilhegas.
  O registro foi efetuado no dia sete de fevereiro de dois mil e 
um.
  Observaes: Foi declarante o pai.
  O referido  verdade e dou f.
  So Paulo, 07 de fevereiro de 2001.

Roberto Paulo da Costa
  Escrevente

<R+>
 1. Retire dessa certido as
seguintes informaes:
 Nome completo: .....
 Sexo: .....
 Dia e hora do nascimento: .....
 Nome do pai: .....
 Nome da me: .....
 Natural de (cidade em que nasceu): .....
 Nacionalidade (conforme o pas em que nasceu): .....

<20>
 2. Que outros documentos servem para identificar as pessoas? Converse
com o professor e a classe, depois, responda.

 3. Observe uma carteira de identidade e responda:
 _`[{frente: foto, impresso digital do polegar direito e assinatura do portador;
  Verso: Registro Geral 5.754.985-0
  Data de expedio 05/abr/2004
  Nome: Rubens Martins Chaves
  Filiao: Waldemar Simes Chaves e Celina Martins 
  Simes Chaves
  Naturalidade: S. Paulo -- SP
  Data de nascimento: 08/out/1958_`]

 a) Quem  o dono da carteira?
 b) De quem ele  filho?
 c) Em que cidade ele nasceu?
 d) Quando foi feita a carteira?
 e) Por que a assinatura e a impresso digital da pessoa devem constar
do documento? Converse com o professor.

4. Agora, voc vai fazer sua carteira de identificao escolar.
  Em casa, pea ajuda a um adulto para completar
as informaes da carteira. No espao indicado, coloque sua impresso
digital.

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>
<R->

<21>
  Depois de preenchida a carteira, basta recort-la e plastific-la.
  Deixe-a sempre na mochila. Ela pode ser muito til! Converse com
o professor sobre a utilidade desse documento.

<R+>
Carteira de Identificao 
  Escolar
 Nome da Escola: .....
 Nome completo do aluno: .....
 Data de nascimento: .....
 Endereo residencial: .....
 Nome do responsvel: .....
 Telefone de contato: .....
 Assinatura do diretor ou do professor
 Retrato -- impresso digital
 Assinatura do aluno
<R->

<23>
Divertimento

  Observe esta descrio, converse com a classe e descubra o que
os gestos querem comunicar.

<R+>
_`[{brao esticado para frente, com a mo espalmada; brao erguido 
acima da cabea, com a mo balanando; brao esticado para a 
frente, com a mo fechada e o dedo polegar para cima_`]
<R->

Vamos ler 4

  Este poema fala dos dedos como amigos. Voc sabia que eles tm nomes?

<R+>
Os dez amigos

 Era uma vez um dedo
 to pequenininho
 que se chamava Mnimo.

 Ele tinha quatro irmozinhos
 que se chamavam: Anular,
 Mdio, Indicador
 e Polegar.

 O Mnimo era muito brincalho
 (...)

 Um dia, ele teve uma grande idia:
 -- Vamos brincar de teatrinho?
 (...)

 -- Pois, muito bem -- falou,
 com voz grossa, o Polegar --
 eu vou ser o vilo.
 E engrossando mais a voz:
 -- Podem me chamar de Dedo!

 E, dito isto, prendeu
 os quatro amiguinhos
 no fundo da mo:
 -- Quero ver vocs sarem
 desta priso! ()

Ziraldo Alves Pinto. *Os dez amigos*.
So Paulo: Melhoramentos, 1999.

<24>
 Discutindo as idias do texto

 1. Copie as trs palavrinhas que comeam o texto.
 2. Voc conhece outro texto que tambm comea assim?
 3. Escreva o nome dos cinco dedos da mo:
 4. Quais dedinhos conversam na histria?
 5. Quem  o Dedo que aparece no final?
 6. Destaque a resposta certa. Alm do tamanho grande, o nome
Dedo indica...
 a) um jeito malvado. 
 b) um jeito carinhoso. 
 c) um jeito calmo.

 7. Volte ao texto e copie a caracterstica, isto , o jeito de ser do
Mnimo e o do Polegar.
 8. Por que os nomes dos dedos esto escritos com letra maiscula?
<R->

<25>
Roda de Leitura

  Leia a letra desta msica e, depois, cante com a classe, apontando com
as mos as partes do corpo indicadas na letra. No final, cada colega fala o
que sabe sobre essas partes do corpo.

<R+>
 Cabea, ombro, joelho, p
 Cabea, ombro, joelho, p
 Cabea, ombro, joelho, p

 Olhos, ouvidos, boca e nariz
 Olhos, ouvidos, boca e nariz
 Olhos, ouvidos, boca e nariz
 Olhos...
 ... ouvidos...
 ... boca...
 ... nariz

Cantiga popular

Detalhe puxa detalhe

 1. Leia a tirinha da Mafalda e reflita: voc tem as mesmas preocupaes
que ela?
<R->

  "Eu no entendo essa histria de dentes de leite, eles no 
so bons? Por que tm que ser trocados? Fico revoltada em ter que 
trocar uma coisa que ainda me serve! Alm disso a situao no 
es-
<p>
t to boa para a gente ficar desperdiando dentes!"

<R+>
Quino. *Toda Mafalda*. So Paulo: Martins Fontes, 1993.
<R->

<26>
<R+>
 2. Que tal fazer uma pesquisa sobre
alguma parte do corpo humano,
consultando livros que explicam
como nosso corpo funciona?
 a) Primeiro, a classe escolhe a
parte do corpo que vai estudar.
 b) Depois, cada um vai  biblioteca
da escola ou do bairro e traz
um livro para a classe.
 c) O professor ajudar a classe a
consultar os livros.
 d) Copie as informaes mais
interessantes.
<R->

Agora voc escreve

  Com o professor e a classe, complete esta ficha, com base no que
pesquisou:

Ficha de pesquisa
 Parte do corpo pesquisada: .....
 Para que serve: .....
 Cuidados especiais: .....

<27>
Avaliando o texto

<R+>
 1. O que voc conseguiu aprender com a pesquisa?
 2. A ficha de pesquisa conta uma histria ou apenas apresenta informaes?
  Converse com os colegas.
<R->

Uma atividade diferente

  Que tal finalizar a leitura desta unidade dedicando as ltimas pginas a
voc? Escreva o que sua imaginao mandar, de acordo com os
assuntos sugeridos. Escolha um ttulo -- pode ser, por
exemplo, *Meu cantinho*.
  No se esquea de escrever seu nome.
  Depois, mostre seu lbum para os colegas da classe.

<28>
  Eu sou assim...
  Meu sonho de criana
<29>
  Um dia inesquecvel
  Meu heri preferido
<30>
  Mensagem que gostaria de escrever para um adulto
  Mensagem que gostaria de escrever para uma criana

               oooooooooooo

<31>
<p>
Unidade 2

Eu vou, eu vou... Pra escola 
  agora eu vou!

  Esta unidade traz textos que falam de
coisas da escola: cadernos, lpis, borrachas,
mochila e tantas outras.
  E voc? Como est se sentindo na escola?
Gosta de estudar? E de ler?

<32>
Uma atividade diferente

  Observe estes letreiros por um minuto.
  Depois, sem olhar,
diga quais palavras voc leu.
<R+>
_`[{um corredor com letreiros nas paredes e nas portas:
  Bem-vindos!
  Secretaria
  Diretoria
  Sala de aula
  Silncio
  Banheiro :>_`]
<R->

  Ento, voc se lembrou de todas as palavras?

Vamos ler 1

  Observe estes dois quadros. O que est acontecendo neles? Onde
voc acha que as pessoas retratadas esto?

<R+>
 A --
 _`[{um grupo de bailarinas com o professor_`]

 A aula de dana, de Edgar Degas (1834-1917). 

 B --
 _`[{um grupo de bailarinas com o professor_`]
 
 A aula de dana da turma, de Mauricio de Sousa (1991).
<R->

<33>
<R+>
 1. Os dois quadros mostram cenas bem parecidas. Voc diria que so aulas?
  Por qu?
 2. Compare os ttulos dos quadros. O que o ttulo do quadro B tem de
diferente?

 3. Alm do ttulo, nos quadros h pistas de que se trata de uma aula de
dana. Quais so elas? Destaque as respostas certas:
 a) As alunas esto vestidas de bailarinas.
 b) As alunas usam uniformes de escola.
 c) O homem em p parece ensinar alguma coisa s meninas.

4. Repare que, no quadro A, no aparecem os
rostos das bailarinas.
  E no quadro B? Quem so as personagens?
  Com um colega, anote o nome das personagens que voc conhece.
 5. Voc conhece o artista que pintou o quadro B?
  Pergunte ao professor quem ele .
<p>
 6. As cenas pintadas so antigas ou atuais? Que pistas comprovam sua
resposta?

<34>
 Agora voc escreve

 1. Que tal fazer, junto com seu colega, um quadro de sua sala de aula?
  Preste ateno em todos os detalhes da sala e seja bem criativo. 
  No se esquea de escrever seu nome e colocar
a data (ano).
 2. Agora, escreva um pequeno texto sobre o que vocs fizeram.
  Eu vejo a minha sala assim:
<R->

<35>
Vamos ler 2

  O que mudou depois que voc aprendeu a ler? Voc comeou a
prestar mais ateno nas palavras?  assim mesmo, quem aprende a ler fica
mais atento!
  Acompanhe agora a leitura do professor. Quando ele parar, voc
dever copiar a ltima palavra lida.

O menino que aprendeu a ver

  Joo vivia espantado Que mundo mais
engraado!
  Quanta coisa que h no mundo: h coisas que a
gente entende E coisas que no entende! ()
  Um dia a me de Joo disse para ele:
  -- Meu filho, voc precisa ir para o colgio,
aprender a ler, aprender todas as coisas
  -- Que coisas, me?
  -- As letras, Joo, os nmeros.
Voc vive perguntando coisas.
  No dia seguinte, cedo, Joo foi para o colgio. ()
  Quando Joo saiu da escola, que surpresa!
Na rua, nas placas, nos cartazes estava pintado o
desenho da professora:
  AAAA
  ()
  -- Papai, o que est acontecendo? Cada vez que
eu vou pra escola pintam nas placas, nos livros, nos
pacotes, nas paredes, as letras que estou
aprendendo.
  O pai do Joo explicou:
  --  que voc est aprendendo a ver, Joo.
  ()
  E, de repente, Joo compreendeu:
  -- Gente, eu j sei ler! ()

<R+>
Ruth Rocha. *O menino que aprendeu a ver*.
So Paulo: tica, 1998.
<R->

<36>
Discutindo as idias do texto

<R+>
 1. De acordo com o texto, como foi que Joo aprendeu a ler?
  Destaque as respostas certas:
 a) Repetindo o que a professora ensinava.
 b) Copiando desenhos dos cartazes da rua.
<p>
 c) Descobrindo as letras nos desenhos.

 2. Como o pai explicou a Joo que ele estava aprendendo a ler?
 3. Converse com o professor e, depois, responda: Voc acha que se
aprende a ler s vendo as letras?

Trabalhando a oralidade

 1. Veja que o texto, alm de palavras, tem muitos sinais de pontuao.
  Destaque esses sinais e pea ao professor que releia algumas frases onde
eles foram usados. O que voc percebe na leitura?
  Agora, releia o texto com o professor.

 2. Repare que o travesso (--) tambm aparece algumas vezes no texto.
 a) Quando ele aparece? O que ele indica?
 b) Por que, em outras partes do texto, esse sinal no foi usado?

Vamos ler 3

Estria em 3 atos

 Esta estria tem 3 atos
  O ato do gato
  O ato do pato
  O ato do rato

No primeiro ato,
  o gato v o pato,
  leva um susto,
  cai o G.

O pato v o gato
  tem um susto,
  perde o P.

<R+>
 O G se esconde no p do pato.
 O P se esconde na garra do gato. (...)
<R->

No segundo ato,
  o gato vira pato,
  o pato vira gato.
<p>
 
 O qu, qu
  o gato que nada no rio.

 O miau
  do pato que passeia no teto.

 No terceiro ato (...)

O gato
  come o R do rato
  e vira grato.

O pato
  come o R do rato
  e vira prato.

O rato
  sem R vira ato.

<R+>
Bartolomeu Campos Queirs.
*Estria em 3 atos*.
Belo Horizonte: Miguilim, 1992.
<R->

<38>
<p>
Discutindo as idias do texto

<R+>
 1. Escreva os nomes das personagens que participam da histria.
 2. *Ato*  cada parte de uma pea de teatro. O texto lido est dividido em
trs atos. Escreva as palavras formadas em cada ato, de acrdo com o 
texto.
<40>
 3. Como se formaram as palavras em cada ato? Complete:
 1 ato: ..... 
 2 ato: .....
 3 ato: .....
<R->

Divertimento

  Brincando com as palavras, repare nas modificaes que elas
podem apresentar.
<p>
 1. Caa-palavras
  Em duplas, encontrem no quadro abaixo nove nomes de objetos
usados na escola.

<F->
e m b m o c h i l a z l x c z
l b j f d t a p o c i  r a q
r o m n g f t u o a s p t n r
e r  g u a e j l d z i c e b
n r m q a s p d f e h s j t r
q a p o n t a d o r e s x a e
f c f h i o p t n n m x s s a
e h u r r l i v r o s g l u o
o a s s t u s j l s b c g i z
<F+>

<41>
<R+>
 2. Observe as palavras e copie cada uma.
 mesinha -- quadro -- porta -- 
 janela -- mesa -- janelo
<R->

  Voc percebeu que
algumas palavras
sofreram mudanas?
  Quais foram? Converse
com o professor.
<p>
 3. Enigma
  Quantas vezes a palavra escola aparece escrita abaixo? 

<R+>
 l c S a E E C O s L A e S s c o e L O C a L A o
<R->

  O que voc percebeu na escrita da palavra escola? Converse com
o professor.

<42>
Trabalhando a oralidade

<R+>
Bamboletras

_`[{borboletas estilizadas com letras desenhadas nas asas_`]

Dilan Camargo. *Bamboletras*. Porto Alegre: Projeto, 1998.
<R->

  Voc j viu borboletas parecidas com essas?
  O que elas fazem voc pensar? Troque idias com a classe.
<p>
Vamos ler 4

  O que sero bamboletras?
  Brinquedos? Bichinhos? Brincadeiras? Leia!

Bamboletras

 Borboletas, borboletas
   voando em bando
   borboletando
 amarelas, brancas, pretas
 borboletas bailando
   ballet
 borboletas soletrando
   letras
 borboletas rodando
   bambols.
 Borboletas, borboletas
 bambols e letras
   bamboletras!
   bamboletras!

<R+>
Dilan Camargo. *Bamboletras*. Porto Alegre: Projeto, 1998.
<R->

<43>
<p>
Discutindo as idias do texto

<R+>
 1. O autor do texto brinca com as palavras de diferentes maneiras.
  Copie do texto:
 a) as palavras que se repetem
 b) as palavras que indicam ao
 c) a palavra que indica a ao de pronunciar uma a uma as letras de
uma palavra
 d) a palavra que d nome a um brinquedo de criana

2. Releia:

 Borboletas, borboletas
 bambols e letras
   bamboletras!
   bamboletras!

 a) No trecho acima, que palavra foi inventada pelo autor?
 b) Qual a possvel inteno do autor ao inventar a palavra 
*bamboletras*?
<p>
  Destaque as respostas possveis:

 1) O autor tentou imitar o movimento das letras no texto.
 2) O autor tentou mostrar as palavras presas no papel.
 3) O autor tentou mostrar como se podem criar muitas palavras.

<44>
Ateno  fala e  escrita

 1. Leia estas palavras do texto. Observe as letras grifadas.

 ba*n*do -- baila*n*do -- 
 ba*m*bols -- ba*m*boletras

 2. Observe agora as letras grifadas nas palavras do quadro.
<R->

<F->
!::::::::::::::::::::::::::::::::
l   can*t*o   _ bum*b*o          _
l   brin*c*o  _ bam*b*o          _
l   crian**a _ bom*b*om         _
l   an*j*o    _ lm*p*ada        _
l   mun*d*o   _ tem*p*eratura    _
h::::::::::::::::::::::::::::::::j
<F+>
<p>
  O que voc percebeu no emprego das letras *m* e *n*? Converse com o
professor e, depois, responda:

Texto dialoga com texto

  Existe um outro tipo de texto que tambm brinca com palavras e
letras:  o trava-lngua.

  *Trava-lnguas* so frases ou versos com sons que se repetem ou que
so difceis de pronunciar.

  Leia o trava-lngua a seguir bem devagar; depois,
repita-o vrias vezes, cada vez mais depressa:

 A --
  O rato roeu a roupa do rei de Roma.

<45>
  A autora Ruth Rocha inspirou-se nesse trava-lngua e criou um poema:

 B --
 O Rato
 Roeu
 A Roda
 Do carro
 Do Rei
 Da Rssia.
 O Rato
 Morreu
 De dor
 De barriga...

<R+>
Ruth Rocha. *Palavras, muitas palavras*. So Paulo: 
  Quinteto Editorial, 1998.
<R->

<R+>
 1. Que letra chama mais a ateno nos dois trava-lnguas?
 2. Em que posies essa letra aparece nas palavras?
 3. O que acontece com o som e a escrita dessa letra conforme sua
posio? Converse com o professor e, depois, responda.
 4. O que esses dois trava-lnguas tm de igual? E de diferente?
<R->

<46>
Agora voc escreve

  Prepare com os colegas um dia de criao de trava-lnguas!
<R+>
 1. Em grupo, escolham palavras que comecem com a mesma letra.
 2. Organizem as palavras em frases, para criar um jogo com as letras.
 3. Copiem o trava-lngua produzido.
<R->
  Agora, leiam-no bem rpido para a classe.
  E ento, foi fcil ou difcil?

Na ponta da lngua

  O conjunto das letras que usamos para escrever chama-se *alfabeto*.
  O alfabeto da nossa lngua  formado por 23 letras -- a, b, c, d, e, f,
g, h, i, j, l, m, n, o, p, q, r, s, t, u, v, x, z -- dispostas nessa ordem: a *ordem
alfabtica*.

<R+>
 1. Confira com o professor o nome de cada letra, seu som e sua ordem
no alfabeto.

 2. Pesquise e anote, numa folha  parte, nomes de:
 a) cinco frutas de que voc gosta
 b) cinco comidas diferentes
 c) cinco brinquedos
<R->
  Depois, ajude o professor a organizar esses nomes em ordem
alfabtica, no quadro-de-giz.

<47>
Detalhe puxa detalhe

  Voc sabia que o nome das letras pode variar, de acordo com a regio
do Brasil? O texto a seguir mostra o nome das letras no serto brasileiro.
Acompanhe a leitura que o professor vai fazer:

ABC do serto

 L no meu serto
 Pros caboclo l
 Tm que aprender
 Um outro ABC
 O jota  ji
 O le  l
 O sse  si,
 Mas o rre
 Tem nome de r
 At o ypsilon
 L  pssilone

 O eme  m
 O ene  n
 O efe  f,
 O g chama-se gu
 Na escola 
 engraado
 Ouvir-se tanto 
 A, b, c, d,
 F, gu, l, m,
 N, p, qu, r,
 T, v e z.

<R+>
Luiz Gonzaga. Disponvel em: ~,www.gonzagao.com.br~
  radiolacifrasabcdosertao.htm~,
<R->

  Responda:
<R+>
 1. Que letra apresentada no texto no aparece no alfabeto?
 2. Como voc explica a escrita da expresso pros caboclo?
 3. As letras *y*, *k* e *w* no fazem parte do nosso alfabeto. Geralmente, s
so utilizadas em nomes estrangeiros e de alguns produtos: Sidney,
Walter, 
  Kibon etc.
  Anote alguns nomes de colegas ou familiares escritos com essas letras.
 4. Converse com o professor sobre outras utilizaes de *y*, *k* 
e *w*.
<R->

<48>
Texto do dia-a-dia

  Na lista de chamada usada nas escolas, os nomes aparecem em ordem
alfabtica, para que o professor os localize com rapidez.
  Agora, o professor vai escrever no quadro o nome e o sobrenome de
cada criana da classe.
  Junte-se a um colega e preencham a lista de chamada, escrevendo os
nomes em ordem alfabtica.
<L>
<49>
 Roda de Leitura

  Nesta Roda de leitura, voc e seus colegas vo observar capas de
livros e coment-las. Prestem ateno:
<R+>
 a) ao ttulo 
 b) aos desenhos da capa 
 c) s cores dos desenhos e do fundo 
 d) ao nome do autor
 e) ao nome do ilustrador
 f) ao nome da editora

  *Alguns medos e seus segredos*
  Autora: Ana Maria Machado
  Ilustraes de Eliardo Franca
  Editora Nova Fronteira
  *De bem com a vida*
  Autora: Bia Hetzel
  Ilustraes: Mariana 
  Massarani
  Editora Manati
  *A limpeza de Tereza* 
  Autora: Sylvia Orthof
  Ilustraes: Sonia Maria de Souza
  Editora tica

 1. Vocs acham que a ilustrao da capa combina com o ttulo da histria?
  Por qu?

 2. Descubram a que histria pertencem as frases abaixo.
 a) Com licena, seu bicho-papo
 b) Sinh Teresa, de quatro, esfrega ladrilho e gato, at o gato ter brilho!
 c) Como  boa a folia da vida
com Mel e Bem na vida da Bia!
<R->

<50>
Divertimento

 1. Leia a tirinha:

<R+>
_`[{uma barata diz: "da inimiga a perfeio  pressa"_`]

Nquel Nusea. *Folha de S. Paulo*, Ilustrada, 16 ago. 1993.
<p>
 a) Converse com a classe e descubra a frase que foi dita pela barata.
 b) Voc pode entender a frase na ordem em que foi apresentada
na tirinha? Por qu?
 c) O que voc fez para conseguir ler a frase?
 d) Com um colega, arrume as palavras abaixo de dois modos
diferentes, mantendo o sentido da frase.

a menina pintou no caderno uma borboleta
<R->

Vamos ler 5
  
  O prximo texto fala sobre a mochila de uma garota chamada 
 Mariela.
Vamos ver o que ela guarda l dentro. Ser que ela  organizada?
  E voc, como organiza seu material? Traz tudo arrumadinho para a escola?

<51>
A mochila de Mariela

 A mochila de Mariela
  uma mochila amarela
 Que  que ela guarda nela?

 Guarda lbum de figurinhas
 guarda um colar de conchinhas
 um chaveiro, uma fivela,
 dois cadernos, trs canetas,
 tinta verde, tinta preta
 e um estojo de aquarela.
 Ainda tem mais, Mariela,
 nessa mochila amarela?

 Tem boneca de flanela,
 um dirio
 e um bilhete de Isabela.
 Um chocolate em tablete,
 dois chicletes
 e um po com mortadela.
<p>
 
 Um dia, me d carona,
 Mariela,
 nessa mochila amarela.

<R+>
Glaucis Lemos. *O co azul e outros poemas*.
Belo Horizonte: Formato, 1999.
<R->

Discutindo as idias do texto

<R+>
 1. Lendo a descrio da mochila de Mariela, voc diria que a menina pode
ser considerada organizada? Por qu?

 2. De acordo com o que voc leu no texto, que outra caracterstica tem
a mochila de Mariela, alm de ser amarela? Destaque as
respostas possveis:
 a) Est vazia. 
 b) Est pesada. 
 c) Est cheia.
<p>
3. Releia os versos:
 Ainda tem mais, Mariela,
 nessa mochila amarela?
<R->

  Voc acha que nesses versos a menina est sendo repreendida por
algum? Justifique sua resposta com outras partes do poema.

<52>
Detalhe puxa detalhe

  Que tal separar as coisas da mochila de Mariela? Arrume as palavras
do texto nos diferentes itens.
<R+>
 a) Nome das coisas de brincar: .....
 b) Nome das coisas de comer: .....
 c) Nome dos acessrios: ..... 
 d) Nome das coisas de escola: .....
 e) Nome das coisas onde h textos pessoais: .....
<R->
<p>
Agora voc escreve

  Na mochila de Mariela havia um bilhete de Isabela. Voc sabe como se
escreve um bilhete?

<53>
  *Bilhete*  um texto que serve para dar um recado, ou seja,  uma
mensagem breve por escrito.

  Leia este bilhete e veja as
partes que o compem:

  Mariela, (quem vai receber) 
 tudo bem?
  Voc vai  festa da J?
  Um beijinho, (a despedida)
  Isabela (quem enviou) 
<R->

  Imagine que Mariela
mandou no dia seguinte um
outro bilhete para a amiga,
como resposta. Para que
ningum descobrisse o assunto,
veja como ela escreveu:
<p>
  Isabela,
 noconseguifazeraliodecasapor
 causadafestadaJvocconseguiu
 oqueeuvoufalarparaaprofessorame
 ajude
  Mariela
 
  Agora, organize o texto do
bilhete, separando suas palavras.
Depois, passe-o a limpo:

<54>
Uma atividade diferente

  A seguir, h algumas fichas com desafios. O professor vai l-las e voc
ter um tempo para resolver cada tarefa. Depois, ele vai fazer a correo
com a classe. Prepare-se e boa sorte!
  Tarefa: substituir as letras em destaque e formar novas palavras.

 a) *c*o
 b) *c*al
 c) so*u*
 d) ca*p*a
<p>
  Tarefa: escrever as palavras em ordem alfabtica.

 visita
 torta
 avental
 jornal
 casaco

  Tarefa: arrumar as slabas das palavras.

 a) ci-ta-cle-bi
 b) nou-ra-ce
 c) fa-ce-al
 d) mo-ma

               oooooooooooo

<55>
<p>
Unidade 3

Oi, turma!

  O que esses bonequinhos sugerem a voc?
  Converse com os colegas.
  Em sua classe, os colegas so unidos como
esses bonequinhos?
  Voc j conhece todos de sua classe?
J conversou e brincou com eles?
  Voc acha bom conhecer pessoas e fazer
amigos?
  Nesta unidade, voc vai ler textos sobre um
sentimento muito legal: a Amizade...

<56>
Uma atividade diferente

  Que tal fazer uma entrevista para
conhecer melhor os colegas? Nesta
atividade, voc ser um entrevistador.
  Escolha um colega da classe
(aquele que voc quer conhecer
melhor) e faa as perguntas abaixo a
ele. Anote, no bloquinho, as respostas.
Depois, troquem os papis: ele ento
ser o entrevistador.

<R+>
 Nome completo do entrevistado:
 1. Quantos anos voc tem?
 2. Onde voc mora?
 3. Qual  seu melhor amigo? Ele  da escola?
 4. Do que voc gosta de brincar?
 5. Qual  seu passatempo preferido?
 6. Por qual time voc torce?
 7. O que voc gosta de comer?

 Agora, voc cria outars perguntas.
 8. .....
 9. .....
 10. .....
 (nome completo do entrevistador)
<R->

<57>
Agora voc escreve

  Complete o texto abaixo com as respostas que obteve na entrevista.

  O nome do meu colega  ..... Ele tem ..... anos e mora .....
  Seu melhor amigo  ....., com quem brinca de ..... .....  seu passatempo preferido.
  No futebol, torce para ..... e, na hora de comer, gosta mesmo  de .....

Vamos ler 1

  Voc sabia que at mesmo os melhores amigos podem se desentender?
  Leia, agora, a histria de 
 Jlia e Letcia.

  Com a Jlia  sempre a mesma coisa: ela  minha melhor amiga,
mas a gente briga o tempo todo!
  Outro dia, no recreio, ela estava toda prosa e no parava de dizer:
  -- Pois , eu sempre sou a primeira da classe.
  Aquilo me deixou furiosa, porque, mesmo sendo verdade, ela no
precisava ficar se gabando, no  mesmo? Ento, morrendo de raiva,
fiquei com o rosto pegando fogo e gritei:
  -- Mentira! Voc vai ver s, na prxima prova eu  que vou tirar a
melhor nota.
  -- Vamos apostar, Letcia?
  -- Vamos, Jlia!
  Ns ficamos de mal,  claro, mas isso no tem importncia.
  Fiquei imaginando como  que eu ia fazer para tirar a nota mais
alta. Ser que existia algum truque? Ser que a Jlia tinha alguma
madrinha feiticeira?

<R+>
Batrice Rouer. *O filho da professora*. Trad. Monica 
 Stahel. So Paulo: Scipione, 1999.
<R->

<58>
Seguindo as pistas do texto

<R+>
 1. No recreio, duas amigas se desentendem por causa das notas na 
escola.
<p>
  Encontre, no texto:
 a) uma expresso que caracterize a vaidade de Jlia por ser a primeira
da classe: .....
 b) uma expresso que represente como Letcia ficou morrendo de
raiva da amiga: .....

 2. Releia:
  Com a Jlia  sempre a mesma coisa: ela  minha melhor amiga...
  Que palavrinha a menina usa para no repetir o nome Jlia?
 3. Observe as palavras destacadas:
  ... mas a *gente* briga o tempo todo!
  *Ns* ficamos de mal...
  Que termos essas palavras esto substituindo?
<R->

Discutindo as idias do texto

<R+>
 1. De acordo com o texto, 
 Letcia achava que Jlia estava mentindo quando
dizia ser a primeira da classe? Por qu?
 2. O que sugere a frase destacada no trecho abaixo?
  Ns ficamos de mal,  claro, *mas isso no tem importncia*.
 3. Letcia fica imaginando se haveria algum truque para tirar a nota mais alta na
prxima prova. O que voc acha disso?
<R->

<59>
Na ponta da lngua

  Volte  histria de Jlia e Letcia e repare que, em algumas linhas, h
um espao antes de o texto iniciar.

  Esse espao marca o incio do *pargrafo*.

<R+>
 1. Marque no texto os espaos no incio dos pargrafos.
 2. Agora, conte os pargrafos e indique quantos existem no texto: .....

 3. A seguir, relacione os assuntos do texto ao nmero do pargrafo
em que eles so tratados:
 a) Letcia faz um desafio.
  Pargrafo: .....
 b) Truque? Pargrafo: .....
 c) Jlia est vaidosa.
  Pargrafo: .....
 d) Letcia concorda.
  Pargrafo: .....
 e) De mal! Pargrafo: .....
 f) Letcia est com raiva.
  Pargrafo: .....
 g) Melhor nota.
  Pargrafo: .....
 h) Jlia faz uma aposta.
  Pargrafo: .....
 i) Melhores amigas, mas brigam.
  Pargrafo: .....
 
 4. Observe em que momentos do texto so usadas as letras maisculas.
  Depois, destaque as respostas certas.
 a) Quando se inicia pargrafo.
 b) Depois dos sinais. e !.
 c) Quando termina a histria.
<p>
 d) Quando se escreve o nome das meninas.
<R->

<60>
Vamos ler 2

  Ser que um detalhe na escrita pode criar confuso entre dois conhecidos?
  Acompanhe, com ateno, a leitura que o professor far deste poema.

<R+>
A inveno do ponto de 
  interrogao

 A escrita
 J tinha sido inventada.
 Todas as letras,
 As slabas, as palavras
 Mas houve uma fase
 Em que escrever uma frase
 Estava causando a maior confuso.
 Tudo porque ainda no existia
 O ponto de interrogao.
 Algum escrevia por exemplo
 Qualquer coisa besta
 Como Hoje voc vai  festa
 E recebia como resposta
 Algo assim:
 Voc no manda em mim.
 E logo tinha que esclarecer:
 Sua anta, isso era s uma pergunta.
 Pronto, virava uma briga
 S por causa do ponto.
 At que algum se deu conta
 Que quem pergunta
 No apenas fala,
 Mas tambm escuta.
 Ento deu na sua telha
 De colocar sobre o ponto final _`[{em tinta_`]
 O desenho de uma orelha.
 J prestou ateno?
 Tem uma orelha
 No ponto de interrogao.

Ricardo Silvestrin. * tudo inveno*. So Paulo: tica, 2003.
<R->

<61>
Discutindo as idias do texto

<R+>
 1. Aps a leitura, voc percebe que o poema fala do ponto de
interrogao. Responda:
 a) De acordo com o texto, como  esse ponto?
 b) Para que ele  usado?

2. Releia: Hoje voc vai  festa.
 a) Por que essa frase acabou em briga?
 b) Como essa frase deveria ter sido escrita?

3. Sua anta, isso era s uma pergunta.
 a) Voc acha certo tratar as pessoas desse jeito?
 b) Escreva essa frase de uma forma mais educada.
 
4. D sua opinio: O poema explica de uma forma sria ou brincalhona a
inveno do ponto de interrogao? Por qu?
<R->

<62>
<p>
Roda de leitura

  Leia os cartes a seguir. Eles geralmente so enviados entre amigos
para agradecer, dar parabns, desejar felicidades... Preste ateno nos
desenhos descritos. E as cores, o que sugerem? E as mensagens: So
longas ou breves? So afetivas?
  Diga a situao em que cada um dever ser enviado.
  Depois, oralmente, crie novas mensagens, conforme cada carto.

<R+>
_`[a) Um bolo confeitado, com uma velinha; docinhos e bales 
coloridos. Mensagem: Feliz Aniversrio.
 b) Uma casa sob um cu azul. Na porta da casa, um menino de 
braos abertos. Mensagem: Espero sua visita. Rua dos Sabis, 12.
 c) Um buqu de flores coloridas. Mensagem: Sinto muito. No tive 
inteno de magoar voc.
 d) Uma rvore de Natal com bolas coloridas. Mensagem: Desejo um 
Feliz Natal a voc e a toda sua famlia_`]
<R->

Detalhe puxa detalhe

  Vamos brincar de amigo oculto? Em um pedao de papel, escreva seu
nome e entregue ao professor. Seus colegas faro o mesmo.
  A seguir, voc vai sortear o nome de um colega. No revele a ningum,
porque esse  seu amigo oculto...

<63>
Agora voc escreve

  Que tal criar um carto para o seu amigo oculto?
  Dobre uma folha de papel ao meio.
  No interior, escreva uma mensagem para seu amigo, dizendo como 
estudar com ele e como vocs podem fortalecer a amizade.
  Pronto! Agora, v para a frente da classe e, sem dizer o nome do
amigo, revele algumas caractersticas dele: se  alegre, quieto, tmido,
brincalho, alto ou baixo... A classe vai tentar descobrir quem .
  Se ningum acertar, apresente-o. Entregue o carto e... d-lhe um abrao!

Avaliando o texto

  Converse com seu amigo oculto. Ele vai avaliar seu carto,
respondendo estas perguntas:
  Voc entendeu a mensagem assim que a leu? Gostou dela? Achou-a
afetiva? Ela  longa ou curta?

<64>
Divertimento

  A histria em quadrinhos que voc vai ler agora  da Turma da
Mnica. Voc conhece as caractersticas dessas personagens?

<R+>
_`[{todas as falas das personagens aparecem dentro de bales, aqui 
representados por parnteses:
  Magali: (Ah! Cebolinha!! Finalmente te achei!!)
  (Estou te procurando faz um tempo!)
  Cebolinha: (U! "pla" qu?)
  Magali: (Pra gente brincar! Olha l!!)
  (Achei um balano da hora ali no campinho!)
  Cebolinha: (O qu? Voc achou o balano e saiu me "plocurando" s 
"pla blincar" comigo?)
  (Ah! estou "honlado" e "sulpleso"!)
  VAP, Magali empurra o balano para Cebolinha.
  Cebolinha: (No sabia que voc gostava tanto de mim...)
  SBLOSH, mas caem da rvore na cabea de Cebolinha.
  Magali: (Pois !)_`]

*Globinho*, 12 dez. 2003.
<R->

  Como aparecem, nessa histria, as falas das personagens?
  Magali foi amiga do Cebolinha? Por qu?
  Os bales apresentam s a fala das personagens?
  E as palavras *vap* e *sblosh*, o que querem dizer?

<65>
Vamos ler 3

  Este texto mostra o dilogo entre dois irmos. Repare que no  uma
conversa comum; eles esto discutindo.
  Voc acha certo que irmos briguem? Voc tem irmo? J brigou com ele?
  Acompanhe a leitura do professor e repare na maneira como ele
expressa os sentimentos das personagens.

Sopa de letrinhas

  -- Manh, o Chico me
chamou de burro! -- reclamou
Xande com voz de choro.
  -- Mentira! -- gritou Chico. --
Eu s falei que ele  ignorante
porque tirou nota baixa no ditado.
Xande escreve tudo errado.
  -- Calma, meninos. Chico, voc que 
mais velho, devia ajudar seu irmo e no
caoar dele. Xande sabe menos porque
entrou na escola um ano depois de voc.
  Xande gostou da defesa da me.
  -- Viu, seu chato? Bem feito.
  -- Chato  com x ou ch? Aposto que
voc no sabe -- desafiou Chico.
  -- Pare com isso se no te dou um soco no nariz.
  -- Nariz com s ou com z?
  -- E dou outro soco no queixo -- ameaou Xande, irritado.
  -- Queixo com x ou com ch? -- insistiu Chico.
  -- Seu palhao! -- gritou 
 Xande, perdendo a pacincia.
  -- Palhao com  ou com ss, seu preguioso com c cedilha? --
teimou Chico.
  -- No sou burro, nem preguioso. Posso aprender tudo
o que voc sabe e at mais.
  Chico deu risada.
  -- S se tomar sopa de letrinhas.

<R+>
Teresa Noronha. *Sopa de letrinhas*. So Paulo: Moderna, 2002.
<R->

<66>
Discutindo as idias do texto

<R+>
 1. Responda s perguntas.
 a) Por que os irmos esto brigando?
 b) Quem tenta acabar com a briga?
 c) Voc acha certo chamar algum de burro e ignorante? Por qu?
 d) Que outros xingamentos os irmos usam?
 e) De que forma, mais educada, eles poderiam se tratar?
 f) Por que, no final, Chico diz que Xande deve tomar sopa de letrinhas?

 2. Agora, complete:
  As personagens do texto so ....., ..... e .....
<p>
 3. Destaque do texto:
 a) as falas de Xande;
 b) as de Chico;
 c) as da me.

 4. Nesse texto, aparece um narrador. Quem  o narrador? Converse com
o professor. Destaque as partes do texto em que ele aparece.
<R->

<67>
Trabalhando a oralidade

  Combine com a classe uma leitura dramatizada do texto "Sopa de
letrinhas".
  Dividam-se em grupos: um ser o Xande; outro, o Chico; outro, a me;
por ltimo, um grupo ser o narrador.
  Cada grupo treina a leitura at ficar bem ensaiado; ento, todos os
grupos podem ler juntos, formando a histria inteira.
<p>
Agora voc escreve

  Com um colega, crie um dilogo entre dois irmos que iro combinar
uma brincadeira entre amigos. Antes de comear a escrever, decidam qual
ser essa brincadeira, onde ela ser feita, quem participar dela... Coloque
antes da fala de cada personagem o travesso, como no texto Sopa de
letrinhas. Usem a imaginao e bom trabalho!

Avaliando o texto

  Releia seu texto e confira:
<R+>
 a) Voc usou o travesso para indicar a fala de cada personagem?
 b) Voc se lembrou de dar um ttulo ao texto?
 c) As palavras esto escritas corretamente?
<R->
<p>
Ateno  fala e  escrita

1. Observe os apelidos:
 Xande -- Chico

  O que voc percebe na pronncia da letra inicial desses apelidos?
  Procure, em jornais e revistas, outras palavras com essas letras. Recorte e
cole-as em uma folha de papel. Depois, cada um colocar sua folha no
mural da sala para que os colegas observem a escrita dessas palavras.

<68>
<R+>
 2. No texto Sopa de letrinhas, as personagens discutem tambm sobre
a escrita de palavras com ** e *ss*. Que tal procurar palavras com essas
letras, como voc fez anteriormente? No se esquea de coloc-las no
mural da sala.
<p>
Divertimento

1. Encontre dez palavras no
diagrama:
<R->

<F->
p a l h a  o b m n r p
q p r e g u i  o s o t
r z b l x p  s s e g o
c p a s s a r i n h o t
a r t g m a s s a g j p
l v m l  a k a  o t o
 s l v n b o s s o b 
a z m o  a k p b l v a
<F+>

  O que voc observou na
escrita dessas palavras?
  Converse com o professor.

 2. Brincando de professor...
  Antes de iniciar a brincadeira, todos estudaro a escrita das
palavras com *x* e *ch* e com *ss* e ** que esto no mural da classe.
  Em seguida, o professor sorteia na lista de chamada um aluno para
ser o professor que far um ditado. Ele escolher dez dessas
palavras e as ditar para a classe.
  Depois, o aluno-professor far a correo do ditado,
anotando a grafia correta de cada palavra.

<69>
Detalhe puxa detalhe

  Nesta unidade, voc leu textos em que a fala das personagens est
marcada pelo travesso ou inserida em bales.
  Agora, observe como o autor Manoel de Barros mostrou a fala das
personagens de um jeito diferente neste poema. Ele no usou travesso
nem bales: ele misturou as falas no texto. Ser que  fcil descobrir onde
elas esto?

 Joo foi na casa do peixe
 remou a canoa
 depois, pan, caiu l embaixo
 na gua. Afundou.
 Tinha dois pato grande.
<p>
 Jacar comeu minha boca
     do lado de fora.

<R+>
Manoel de Barros.
*Poeminhas pescados numa fala de Joo*.
Rio de Janeiro: Record, 2001.
<R->

  Com um colega, destaque a parte do poema que mostra a fala de Joo.
Diga para a classe como vocs identificaram a fala do menino no poema.

<70>
Na ponta da lngua

 Releia:
 Tinha dois pato grande.

<R+>
 1. Copie essa frase.
 2. Agora, retire da frase a palavra "dois". Reescreva-a sem essa palavra.
 3. Responda: que idia ela
transmite?
 4. Com um colega, coloque, no final das
palavras "pato" e "grande", uma letrinha *s*.
  Que idia a terminao *s* acrescentou s
palavras?
 5. Observe:
 Um pato grande.
 Dois patos grandes.
 Dez patos grandes.
  A que concluso voc chega?
 6. Encontre, em jornais e revistas, palavras escritas com *s* no final,
indicando mais de um, isto , plural. Copie-as numa folha  parte e
mostre aos colegas. Organizem as folhas no mural da classe.
<R->

<71>
Vamos ler 4

  Voc vai ler um texto em que aparecem alguns amigos do peito.

Amigos do peito

 Todo dia eu volto da escola
 Com a Ana Lcia da esquina
 Da esquina no  sobrenome,
  o endereo da menina.
<p>
 
 O irmo dela  mais velho
 E mesmo assim  meu amigo
 Sempre depois do almoo,
 Ele joga bola comigo.

 J o Carlos Alberto, do lado
 (do lado no  nome tambm)
 tem uma bicicleta legal,
 mas no empresta pra ningum.

 O bairro onde moro  assim,
 Tem gente de tudo que  jeito.
 Pessoas que so muito chatas,
 E um monte de amigos do peito;

 O Bruno do prdio da frente,
 O Ricardo do stimo andar,
 O irmo da Lcia da esquina,
 O filho do dono do bar.

 O nome completo deles
 Eu nunca sei, ou esqueo
<p>
 Amigo no tem sobrenome:
 Amigo tem endereo.

<R+>
Claudio Thebas. *Amigos do peito*.
Belo Horizonte: Formato, 1999.
<R->

<72>
Discutindo as idias do texto

<R+>
 1. E ento, depois de ler o poema, voc sabe dizer o que  um amigo do
peito? Destaque as respostas certas:
 a) Um amigo especial.
 b) Um amigo de quem se gosta muito.
 c) Um amigo de quem no se gosta.

 2. Quem so os amigos do peito que aparecem no poema?
 3. Para o menino, um amigo no precisa de sobrenome, mas de endereo.
  Por que ele acha isso?
<R->
<p>
Divertimento

1. Localizando os amigos.
  Escreva um nome de amigo para cada lugar,
de acordo com o poema Amigos do peito.

<73>
<R+>
 2. Localizando os amigos da classe
<R->
  Forme dupla com um colega e, juntos, desenhem, em uma folha de
papel, a planta de sua sala de aula.

  *Planta* (de um apartamento, do cmodo de uma casa etc.) 
um desenho que mostra como determinado local  visto de cima.

  Assim, desenhe a sala, colocando a porta, as janelas, o quadro, as
carteiras e a mesa do professor, tudo no lugar em que esto de
verdade.
  Escreva o nome de cada colega ao lado do desenho da carteira
onde ele senta.
  Depois, organize com os colegas uma exposio dos trabalhos.

Vamos ler 5

  O tema do prximo texto  bastante interessante: uma macaca faz
uma festa de aniversrio e se esquece de distribuir os convites!
  Isso j aconteceu com voc?
  Como voc se sentiria se isso acontecesse? Confira na prxima pgina.

<74>
<R+>
O aniversrio da macaca

 Esta macaca  diferente
 Nem bem amanheceu o dia
 J cantarola pela sala
 Com ares de contente! ()

 A macaca animada
 Acordou dando risada
 De hoje a um ms no calendrio
 A macaca conta os dias
 Para o seu aniversrio.
<p>
 
 No est bem certa
 A macaca louca
 Se ser festana ()
 Vai ser festa do pijama ()

 At que enfim chega o dia
 Da macaca festeira ()

 Estou pronta, diz a macaca.
 Mas cad os convidados. ()

 Esqueceu os convites no armrio da cozinha
 S resta se sentar e ficar ali sozinha.

 Din don! Fez a campainha.

 E foram entrando os amigos
 Na maior animao, ()

 Daqui para adiante
 No seja to distrada.
<p>
 Feliz aniversrio, macaca,
 E muitos anos de vida.

Paula Browne. *O aniversrio da macaca*.
So Paulo: Callis, 2003.
<R->

<75>
Discutindo as idias do texto

<R+>
 1. Encontre a explicao para estas caractersticas da macaca:
  Ela  diferente porque .....
  Ela  animada porque .....
  Ela  louca porque .....
  Ela  distrada porque .....
 2. O que fez a macaca depois de perceber que no havia entregado os
convites?
 3. Descubra no texto a expresso que avisa a chegada dos convidados.
 4. Por que os amigos da macaca foram  festa mesmo sem ser convidados?

<76>
<p>
Textos do dia-a-dia

 1. A macaca contava, no calendrio,
os dias que faltavam para seu
aniversrio. Voc sabe o que 
um calendrio?
  Responda:
 a) Quantos dias pode ter um ms? Converse com seu professor.
 b) E os dias da semana, quantos so? Quais so eles?
 c) Para que serve o calendrio?
 d) Quando voc faz aniversrio?
 e) Consulte o calendrio de sua casa e procure as datas importantes
para sua famlia.

2. No texto, a macaca se
esqueceu de mandar os
convites. Veja o convite da festa
da macaca:
<R->

  Espero voc na minha festa de aniversrio!
 dia .....
 horrio .....
 local .....
 Um beijinho, 
  Macaca
<p>
  Com um colega, invente as
informaes que faltam e
complete o convite da macaca.

<77>
<R+>
 3. A macaca preparou sua prpria festa. Ser que ela fez os doces? E os
salgados? Mas de uma coisa voc pode ter certeza: ela usou bananas!
  Veja, agora, esta receita.
   bem fcil faz-la. Que tal tentar?

 Vitamina de banana

Ingredientes
 400 ml de leite
 1 banana
 2 colheres de ch de acar
 1 pitada de canela

Modo de fazer
 1 Mea o leite em uma jarra graduada.
  Descasque e corte a banana em rodelas.
<p>
 2 Ponha o leite, o acar e a banana no
liquidificador. Bata at ficar um caldo grosso e espumoso.
 3 Despeje a vitamina em copos e polvilhe com canela.

Peter Mellet e Jane Rossiter. *Lquidos em ao*.
Trad. Dirce Carvalho de Campos. So Paulo: Scipione, 1994.
<R->

 Agora, responda as perguntas:
<R+>
 a) Em quantas partes o texto da receita est dividido? Quais so elas?
 b) Na parte Modo de fazer, algumas aes devem ser feitas numa
determinada ordem para que a receita d certo. Que aes so essas?
 c) A receita conta uma histria ou d instrues a serem seguidas?
<R->

<78>
<p>
Agora voc escreve

  Com a classe, crie uma receita especial: a receita de fazer amigos. Solte
a imaginao!
  Converse com seus colegas: Que qualidades devemos ter para fazer
amigos? Elas sero os ingredientes da receita. De que modo devemos misturar
essas caractersticas para fazer amigos? Esse ser o Modo de preparo.
  Digam as respostas para o professor, que ir registr-las no quadro.
Depois, copiem a receita.

Uma atividade diferente

  Que tal organizar um Festival da receita na sala de aula?
  Escolham uma data. Nesse dia, cada um dever trazer um docinho, um
biscoitinho ou qualquer quitute caseiro. Traga tambm a receita de seu
prato escrita em uma folha de papel, com letra bem caprichada.
Quem quiser, l a receita para a classe ou fala como preparou seu quitute.
  Entregue sua receita para o professor. Ele vai organizar um livro de
receitas.
  A primeira receita do livro  a Receita de fazer amigos, pois ela 
muito importante!
  Saboreiem os quitutes e guardem uma cpia do livro de receitas da
turma.

               xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxo

Fim da Primeira Parte

